Cloud Computing: Não dá para viver com a cabeça nas nuvens!
Os anúncios da última semana, sobre a nova ferramenta do Google que permite o armazenamento local do conteúdo do Gmail, reforçam um pensamento meu, que expressei em um post sobre Netbooks, de que ainda não estamos tecnicamente preparados para manter nossos arquivos pessoais hospedados em um servidor cujo único acesso se dá pela internet.
A nova ferramenta do Google mostra que é necessário, em algum momento, manter uma base de consulta local e off line para e-mails, documentos e toda a sorte de informação que nos seja minimamente importante.
Com isso, o conceito de cloud computing (computação de nuvem) precisa esperar um pouco para se consolidar, pelo menos o tempo suficiente para que a disponibilidade dos serviços de internet seja parecida com a disponibilidade dos serviços de telefonia (estou falando da telefonia na cidade de São Paulo).
É claro que o SaaS (software as a service ou software como serviço) entra na mesma situação. Como as empresas podem, por exemplo, migrar para o Microsoft Office On Line, ou mesmo para o Google Docs, sem estabilidade e velocidade em sua conexão com a internet ?
Não estou dizendo que o cloud computing seja um conceito furado, ou que é ruim, etc. Nada disso! Eu sei que ele (pelo menos como conceito) é um caminho já tomado e sem volta, que apenas deverá ser trilhado com menos velocidade e mais responsabilidade.
Sobre os Netbooks ? Bem, continuo não vendo nada de interessante na relação custo-benefício. Para mim soa como pagar, por um carro popular, 10% a menos que um carro médio, mas completo.
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SaaS – Software as a Service: Microsoft Online Services
A Microsoft lança hoje, 17/11/2008, as plataformas EXCHANGE (servidor de e-mails) e SHAREPOINT (servidor para colaboração corporativa) em sua versão on-line.
Esse lançamento faz parte da estratégia da Microsoft em entrar no mercado de SAAS (Software as a Service), ou Software como Serviço.
Para quem não sabe, o SAAS é um conceito que promete facilitar, em muito, a vida dos administradores de redes e sistemas corporativos.
Software as a Service significa que as aplicações não seriam, necessariamente, instaladas nos computadores de cada usuário, ou nos servidores, mas sim acessadas via internet, fazendo dos WEB BROWSERS a ferramenta mais importante dos computadores nos próximos anos.
É claro que, para isso, a existência e estabilidade das conexões de internet são fundamentais e, pelo menos aqui no Brasil, isso ainda é um problema. Principalmente enquanto panes como a da TELEFONICA, há alguns meses, ainda estiverem vivas em nossas mentes.
Voltando ao assunto, a MICROSOFT pretende lançar, também, as versões on line dos aplicativos do pacote MS OFFICE, para concorrer com o GOOGLE DOCS, que já permite editar planilhas, criar documentos de texto e apresentações de slides, tudo sem que você precise de nada, além do seu navegador web, instalado em seu computador.
Para administradores de TI, essa é uma excelente notícia. Para citar apenas uma das vantagens, quando o SAAS for uma realidade (é questão de tempo), rotinas de atualização de aplicações serão coisas do passado.
Eu tentei acessar a página de versões TRIAL da Microsoft mas, até as 12:30, apenas o Office Live Meeting Professional Online estava disponível.
Agora, aguardamos a versão online do Microsoft Office.
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SaaS: Software as a Service: Quando a computação se reinventa.
Se você ainda não ouviu falar em SaaS – Software as a Service, ou Software como Serviço, prepare-se, os próximos anos prometem!
Com crescimento aumentando a cada ano, o conceito de software as a service promete facilitar a vida de administradores de sistemas que, na teoria, não mais precisarão se preocupar com atualizações e manutenções. Basta acessar um link, usar o serviço e , muitas vezes, pagar por ele.
Podemos enxergar o SaaS em pequenas aplicações que usamos no dia-a-dia, como o HOTMAIL ou, aprimorando um pouquinho, no Google Docs, sendo esse último uma suite que nos permite criar documentos de texto, planilhas eletrônicas e apresentações, sem que tenhamos que instalar nada em nosso computador, basta acessar a ferramenta na internet e sair criando os documentos.
Na verdade, o conceito de Software as a service pode acabar com os sistemas operacionais da forma que os conhecemos, fazendo com que um pequeno núcleo de S.O., com um web browser relativamente enxuto, sejam os únicos softwares instalados no computador, deixando todo o resto do trabalho para aplicações on-line.
É claro que as coisas não mudarão da noite para o dia. Basta lembrar da pane da telefônica e as recentes instabilidades da Brasil Telecom, para ficar assustado só em pensar em aplicações 100% dependentes da web.
Mas também não durma no ponto, mais cedo ou mais tarde, toda a inteligência computacional dependerá da grade rede, e o SaaS será tão real e presente quanto nossa necessidade atual de energia elétrica.
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