Netbooks de 12 polegadas ? Parece ser a aposta dos fornecedores!
Segundo o RegHardware, os fornecedores de netbook como a Asus, Acer e outros, pretendem encorajar a fabricação de netbooks com telas de 12″ (polegadas).
Depois de nos ter direcionado aos netbooks de 7″ e 9″, e depois mudado o padrão para 10″, os fornecedores pretendem obter lucro maior com a venda dos netbooks com tela maior.
Segundo o site, apenas 5% do valor de venda vai para o fornecedor, como a Asus, Acer e outros, o resto do valor é dividido entre a Intel (pelo processador), a Microsoft (Sistema operacional), fabricantes de demais peças (Monitor, memória, placas, etc), distribuidor e vendedor final.
Com o apelo da tela de 12″ nos netbooks, os fornecedores pretendem aumentar um pouco suas margens de lucro, aumentando para cerca de 10% o valor bruto que recebe por dispositivo.
É claro que isso significa que os preços dos netbooks aumentarão um “bocado”.
Há algum tempo publiquei um post chamado “O que é netbook. Vale a pena comprar ?“, no qual, além de tentar entender (e explicar) o produto, eu fazia inevitáveis comparações aos notebooks.
Caso o aumento do formato da tela se confirme, os netbooks passarão a ser muito pouco diferentes dos notebooks e, não duvide, os preços poderão ficar muito parecidos, fazendo com que a diferenciação entre eles se torne mais confusa ainda.
De minha parte, acredito que a grande mudança virá com os monitores OLED, sim, você ainda vai ouvir muito em OLED, o que permitirá o desenvolvimento de displays utra-finos, reduzindo ainda mais o peso dos dispositivos portáteis. Segundo a SAMSUNG, esses notebooks estariam disponíveis ainda esse ano em alguns países.
É esperar para ver.
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APPLE: Não queremos entrar no mercado de netbooks (Ainda)
Nunca tive um produto da Apple, sequer um iPod nano, nadinha de nada, mas eu e Tim Cook, chefe de operações da Apple, temos algo em comum: Não gostamos de netbooks, pelo menos não do jeito que se apresentam hoje.
Conforme postei no início de 2009 (veja em http://www.meiragoncalves.com/blog/?p=653) eu acho que os netbooks são muito fracos, e seu custo X benefício não justifica deixar de comprar um notebook.
Ao comunicar que a Apple não tem interesse em participar do mercado de netbooks, Cook disse que, quando olha para o que está sendo vendido no mercado de netbooks atualmente, vê teclados apertados, software ruim, telas muito pequenas e hardware ultrapassado, não algo onde queiram colocar a marca MAC.
Eu só discordo um pouco em relação ao software ruim, pois creio que a limitação de recursos reflete no desempenho do sistema operacional, seja Windows XP, Linux UBUNTU ou qualquer outra distro. No mais, também penso que netbook é pequeno (e limitado) demais para ser um notebook, e muito grande para ser um hand held, como os smart phones.
Ainda, pensando em terras brasileiras, digo mais uma vez: O custo de um netbook não é tão inferior ao de um notebook, a ponto de justificar a ausência de DVD, tela pequena, etc, etc, etc.
Conheço muitos usuários de netbook, alguns se arrependeram amargamente do investimento, outros dizem estar satisfeitos, mas ninguém troca seu notebook ou desktop pelo pequenino netbook.
Mas deve haver um motivo – além do apelo comercial da pseudo novidade tecnológica – para as vendas de netbooks não pararem de crescer, e acredito ser porque os netbooks representam um conceito novo, o da computação remota, a cloud computing. Eles são os protótipos, os primeiros passos, o erro necessário para que aprendamos o que realmente importa e tenhamos a conectividade em nossas mãos, sempre, a partir de um futuro próximo.
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Cloud Computing: Não dá para viver com a cabeça nas nuvens!
Os anúncios da última semana, sobre a nova ferramenta do Google que permite o armazenamento local do conteúdo do Gmail, reforçam um pensamento meu, que expressei em um post sobre Netbooks, de que ainda não estamos tecnicamente preparados para manter nossos arquivos pessoais hospedados em um servidor cujo único acesso se dá pela internet.
A nova ferramenta do Google mostra que é necessário, em algum momento, manter uma base de consulta local e off line para e-mails, documentos e toda a sorte de informação que nos seja minimamente importante.
Com isso, o conceito de cloud computing (computação de nuvem) precisa esperar um pouco para se consolidar, pelo menos o tempo suficiente para que a disponibilidade dos serviços de internet seja parecida com a disponibilidade dos serviços de telefonia (estou falando da telefonia na cidade de São Paulo).
É claro que o SaaS (software as a service ou software como serviço) entra na mesma situação. Como as empresas podem, por exemplo, migrar para o Microsoft Office On Line, ou mesmo para o Google Docs, sem estabilidade e velocidade em sua conexão com a internet ?
Não estou dizendo que o cloud computing seja um conceito furado, ou que é ruim, etc. Nada disso! Eu sei que ele (pelo menos como conceito) é um caminho já tomado e sem volta, que apenas deverá ser trilhado com menos velocidade e mais responsabilidade.
Sobre os Netbooks ? Bem, continuo não vendo nada de interessante na relação custo-benefício. Para mim soa como pagar, por um carro popular, 10% a menos que um carro médio, mas completo.
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Categories: Cloud Computing Tags: cloud, computação, computing, INTERNET, netbook, nuvem, Saas, software as a service, software como serviço
Windows 7 em netbook ? A Microsoft procura beta testers fora dos Estados Unidos.
Uma nota rapidinha durante as férias: A Microsoft está procurando pessoas na comunidade de “testadores” para experimentar o Windows 7 em PCs de baixa capacidade.
Não ficou claro se trata-se de uma nova SKU, específica para NETBOOKS, ou algo como um Windows 7 Starter, aquela versão mais barata do Windows que é vendida em países em desenvolvimento.
A única certeza é a configuração requerida do equipamento que, exeto pelo drive de DVD, lembra muito os netbooks disponíveis por aí:
- Processador de 1 GHz
- 1 GB de memória
- 16 GB de HD (livre)
- Suporte para DX9
- Drive DVD-R/W
- Acesso à Internet
O conteúdo do e-mail/convite diz: “You are invited to join a beta trial for a specialized version of Windows 7. Your geographic location may make you a good candidate for this providing feedback on this specialized version of Windows 7. You will still have access to the Windows 7 Ultimate SKU, in addition you will be able to test this additional SKU.”
Embora alguns, como eu, não gostem muito dos netbooks (ainda não entendi a relação custo benefício, quando comparado a um notebook), eles estão comendo boas fatias de mercado em todo o mundo e a Microsoft estava ficando para trás (com o Windows Vista).
Vamos ver, agora, como se comporta.
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Porque eu não penso em comprar (e não indico) um NETBOOK.
Embora tenham sido a grande febre mundial no ano passado, e prometem para esse ano, não penso que a linha NETBOOK seja uma boa opção aqui em terras brasileiras, ao menos nesse momento. Eis meus motivos:
O NETBOOK pretende ser um notebook enxuto, para acesso web, pensando em um ambiente onde tenhamos muitos de nossos documentos armazenados em um disco virtual e, um pouco mais além, pensando em cloud computing ou software as a service. Isso seria realmente maravilhoso se as redes WiMax estivessem rodando, mas, limitados a alguns hot spots wifi, a mobilidade não é tão efetiva.
O NETBOOK é um dispositivo de capacidade computacional e de armazenamento reduzidas, em português claro: Possui um processador fraco e não tem HD (ou tem SSD muito pequeno), logo, não serve para grandes aplicações.
O NETBOOK pretende ser o computador popular, mais barato, garantindo a tão sonhada inclusão social, mas não é! Estou consultando um grande site de vendas on-line no instante em que escrevo este post. Um NETBOOK Eee PC Celeron com tela de 7 polegadas, SSD de 4GB e 512MB RAM sai por R$ 1.049,00. Um NOTEBOOK Positivo Celeron 560 2.13Ghz, 1GB RAM e HD de 120 sai por R$ 1.299,00. Apenas R$ 150,00 de diferença.
Isso tudo me leva a questionar qual o verdadeiro papel do NETBOOK hoje.
Não tenho dúvidas sobre sua importância como conceito computacional, pois acelera a aplicação dos modelos de cloud computing e SaaS, como disse anteriormente, entretanto, precisa ser ajustado até encontrar um ponto de equilíbrio, onde versatilidade, capacidade e preço, convirjam em favor do usuário.
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Categories: Hardware, INTERNET Tags: indica netbook, netbook, netbook x notebook, notebook x netbook
O QUE É NETBOOK. VALE A PENA COMPRAR ?
Já ouvimos falar muita coisa sobre esse assunto que, talvez, remonte à inclusão digital massiva, globalizada, que pervê mais que o direito, praticamente o dever, de todo o ser humano acessar a internet.
É claro que passam por aí a portabilidade do dispositivo e a redução de consumo de energia, como modo de aumentar a autonomia energética desses dispositivos, além do próprio barateamento do produto.
O NETBOOK é, basicamente, um notebook do qual removeram tudo o que puderam.
Seu HD é uma unidade FLASH, também chamado de SOLID STATE DRIVE, variando de 4GB até 32GB. A memória varia de 512MB a 1GB.
Também não conta com uma unidade de CD/DVD, tudo em nome da redução de consumo, preço e tamanho.
O display LCD de 9″ (polegadas) não é exatamente um sonho de consumo, mas resolve para o uso básico, e o netbook conta com uma saída VGA, além de conexões USB e leiores de cartões SD, MMC e MS.
Alguns possuem web cam integrada.
Se você necessita de computadores rápidos, com alta capacidade de processamento e armazenamento, esqueça, o NETBOOK não é, nem de longe, para você.
Se o seu caso é para pequenas aplicações como internet, e-mail e documentos em geral, o NETBOOK se apresenta como uma boa alternativa, mas tome cuidado, a diferença de preço entre os NETBOOK e os NOTEBOOKS mais baratos é muito pequena, uns 30% dependendo o caso. Se você considerar que com os 30% você está levando um HD maior, mais memória e leitor de CD/DVD, pode chegar a conclusão de que não vale a pena.
Mas os NETBOOK vieram para ficar, pode ter certeza. Se não exatamente com são hoje, pelo menos o seu conceito é mais que consolidado e, no futuro, todos os computadores serão baseados nele. Isso será tema de um próximo post.
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