Posts Tagged ‘microsiga’

Windows 7: Primeiro dia de uso profissional.

E ontem, meu primeiro dia de uso profissional do Windows 7 Release Candidate, tudo correu muito bem, obrigado.

O sistema operacional tem se comportado da maneira esperada na maioria das funcões às quais foi submetido.

Como havia previsto, o Microsiga Protheus, da TOTVS, apresentou um comportamento esquisito na manipulação do vídeo antes de eu instalar o driver apropriado para a controladora gráfica do notebook, uma modesta INTEL 965. O vídeo “congelava”.

Após a instalação do driver, o Protheus passou a trabalhar normalmente.

O acesso ao remote desktop também está funcionando bem, o ingresso do Windows 7 no domínio foi fácil, nos moldes do Windows XP e Vista, e a captura das impressoras da rede foi tranquila, usando os drivers pré-instalados no servidor de impressão (Windows 2003).

Um detalhe que notei, foi que meu notebook não respondeu às políticas de grupo do meu servidor windows 2003. Não tive tempo, ainda, de procurar o motivo mas, coisas simples como o papel de parede default, não foram carregadas.

Voltando ao Microsiga Protheus, tanto o TOTVSAPPSERVER (antigo MP8SRVWIN), quanto o TOTVSSMARTCLIENTE (MP8RMT) e o TOTVS Development Studio (MP8IDE) estão trabalhando normalmente, compilando, executando o DEBUG e todas as outras funcionalidades.

Ah, uma dica para que usa o TOTVS Dev Studio: A fonte que melhor se adapta ao uso do IDE é a MS LINE DRAW. Diferentemente das versões anteriores do Windows, o processo para adicionar fontes novas no Windows 7 não está na opção FONTES do painel de controle, mas sim no menu POP UP, clicando com o botão direito do mouse sobre a fonte e, depois, na opção INSTALL.

Ainda não tenho uma carga de uso grande o suficiente para tecer uma opinião abrangente sobre o Windows 7 mas, por enquanto, não tenho do que me queixar.

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2 comments - What do you think?  Posted by Ricardo Augusto - May 12, 2009 at 10:08

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TOTVS (Microsiga): Novo portal de conhecimento

A TOTVS lançou seu novo portal de conhecimento. Trata-se de uma poderosa ferramenta de consulta para usuários e desenvolvedores, que contém um amplo acervo de conhecimento operacional e sistêmico do ERP.

Nela, você pode pesquisar sobre o funcionamento das diversas rotinas do sistema, construção de programas, rotinas, descrição de classes e métodos, enfim, tudo o que um desenvolvedor precisa saber para desempenhar suas funções.

 

Portal de conhecimento

Portal de conhecimento

O acesso pode ser feito pelo portal do cliente, ou pelo endereço http://tdn.totvs.com.

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Be the first to comment - What do you think?  Posted by Ricardo Augusto - May 5, 2009 at 17:11

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Microsiga Protheus: Como, e quando, atualizar o sistema

Atualização de sistemas operacionais e softwares em geral é o processo pelo qual se corrige falhas e adiciona funcionalidades a eles. Quando falamos de sistemas ERP, como o Microsiga Protheus, também garantimos que as mudanças na lesgilação, principalmente fiscal e trabalhista, sejam rápidamente incorporadas ao sistema.

O Microsiga Protheus possui três níveis básicos de atualização.

A primeira é a aplicação de patches, que podemos comparar às atualizações pontuais feitas pelo Windows Update, sempre que a Microsoft libera seu pacote de correções, toda a segunda terça-feira de cada mês. Com o Protheus, a diferença básica está em não haver um período específico para essas liberações, que são feitas sob demanda. Por exemplo, se o governo resolve editar uma medida provisória, mudando drásticamente a forma e regras do recolhimento o INSS, a TOTVS (Microsiga) irá trabalhar as atualizações necessárias e liberar o tal patche, com um manual de procedimentos (as vezes se faz necessário criar campos, tabelas, etc). A TOTVS também envia boletins de atualização, facilitando nosso trabalho.

Neste caso, é necessário fazer o download dos patches de atualização, acessar a ferramenta IDE ( até a versão 8.10), ou TOTVS Dev Studio (na versão 10.1), acessar o menu ferramentas e seguir o assistente.

Uma outra forma de atualização é a própria atualização de build, que podemos comparar aos services packs da Microsoft. Trata-se de uma compilação de todas as atualizações anteriores em um novo núcleo, tornando o conjunto mais uniforme. Essa atualização se dá de tempos em tempos, mas não sob uma demanda específica.

Neste caso, deve-se baixar os arquivos necessários ao processo, normalmente o RPO (núcleo do sistema/repositório de objetos), os aplicativos server e client e, eventualmente, o help do sistema.

Por fim, o processo mais forte de todos é a atualização de Release ou Versão. Na verdade, a atualização de release pode ser mais simples, mas a atualiação de versão requer cuidados especiais, principalmente de tratamento de base de dados.

Na atualização de versão, além de atualizar as funcionalidades contidas nos RPO, nos binários e outros, você terá que executar o programa de compatibilização de base de dados, que é o responsável por adequar as tabelas existentes ao novo dicionário, sem que haja perda de informações.

Qualquer que seja o processo, sempre é necessário executá-lo em ambiente de teste, para conhecer os resultados das aplicações. Não é incomum que um processo seja completamente alterado entre uma release, ou mesmo uma build e outra, por isso, é muito importante que os testes envolvam todas as áreas usuárias do ERP, simulando operações do dia-a-dia, fazendo, sempre que possível, um verdadeiro crash test no ambiente de testes.

Não se pode esquecer, também, de recompilar as customizações, fazendo com que as rotinas de desenvolvimento próprio, como relatórios e consultas, estejam disponíveis aos usuários.

3 comments - What do you think?  Posted by Ricardo Augusto - April 29, 2009 at 08:30

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MICROSIGA PROTHEUS: VIRADA DE VERSÃO – AS PEDRAS DO CAMINHO

Como tenho postado, estou fazendo os testes para a virada de versão do Microsiga Protheus.
Até hoje, minha opção foi utilizar o Protheus sobre base de dados CODEBASE, nosso velho DBF, pois nosso volume de dados e quantidade de usuários não tornava imperativo o uso de SGBD´s como SQL Server. Além das outras desculpas como falta de tempo para me dedicar ao processo de migração de base de dados.
Agora resolvi me livrar de vez desse passado, virando a versão do sistema, do meu atual Microsiga Protheus 8.11 para o Microsiga Protheus 10.1 e, ao mesmo tempo, migrando a base de dados para o padrão SQL.
Até mesmo por falta de qualidade nas migrações anteriores, uma vez que o ERP da Microsiga está em uso aqui há mais de 12 anos, também achei interessante “passar um pente fino” no atual processo de virada de versão analisando, praticamente, registro por registro em cada tabela.
Por hora, os principais problemas com os quais me deparei foram as diferenças entre o dicionário de dados oficial da versão atual, 10.1, com o meu dicionário de dados.
Campos com tamanho diferente, campos inexistentes e campos obsoletos foram os maiores obstáculos que encontrei enquanto comparava o dicionário de dados correto (considero o dicionário de dados oficial – que pode ser baixado do site da microsiga – como correto) e o meu dicionário de dados e estruturas das minhas tabelas.
Também encontrei um campo do tipo DATA, no dicionário de dados da Microsiga, definido com o tamanho 11, quando o correto é 8.
Um passo básico nas viradas de versão da microsiga é a execução do aplicativo de UPDATE, no meu caso o MP710TO101, entretanto, essa rotina de atualização não corrige diversos erros que ela encontra pelo caminho, por considerá-los personalizados demais para correção automática, posição com a qual concordo plenamente. Por isso, precisei criar o meu próprio aplicativo de correção desses erros.
Em resumo, esse aplicativo que criei verifica os campos de minha base de dados que estão obsoletos, verifica se há conteúdo nesses campos e, caso negativo, remove-os. Ele cria os campos do dicionário que, por qualquer motivo, não existiam em minhas tabelas e ajusta o tamanho dos campos, na tabela ou no dicionário de dados, sempre mantendo o maior tamanho para evitar perda de dados.
Após executar esse utilitário (o que leva algumas horas), o programa de UPDATE da Microsiga pôde ser aplicado, fazendo os ajustes finais e liberando a nova versão para uso.
Na hora de migrar o banco de dados, de DBF para MS SQL, deparei-me com alguns (muitos) registros que geravam erro no momento da importação pelo APSDU.
Tratavam-se de campos cujo valor, nem era NULO, nem ESPAÇOS em branco, nem qualquer conteúdo visível.
Consegui identificar que esses campos estavam preenchidos com uma sequencia de caracteres NULOS e ESPAÇOS EM BRANCO, o que gerava conflito com a cláusula NOT NULL do SQL. Tive que fazer outro aplicativo para varrer minha base de dados e corrigir o problema.
Agora, estou finalizando a importação da base de dados para o MS SQL EXPRESS, para verificar como minhas funções customizadas se comportarão nesse novo ambiente.
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15 comments - What do you think?  Posted by Ricardo Augusto - February 27, 2009 at 15:58

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ATUALIZAÇÃO MICROSIGA PROTHEUS – ESQUISITICES: FUNÇÃO U_DUPLI COMPILADA NO RPO

Se você não conhece o sistema MICROSIGA PROTHEUS, talvez o título deste post não lhe diga muita coisa, entretanto, para desenvolvedores desse poderoso ERP, já é possível entender que há algo errado.
Acontece que um dos fundamentos da programação em linguagem ADVPL é que todas as funções começadas com U_ são reservadas para customização, ou seja, nunca poderiam estar presentes no núcleo original do sistema, mas estão.
Estou preparando a virada da versão 8.11 para a 10.1 e, ao compilar minhas customizações, me deparei com uma mensagem de duplicidade na função geradora de duplicatas, USER FUNCTION DUPLI().
Entrei em contato com o atendimento ADVPL e a atendente me explicou que, provavelmente, trata-se de uma função EXEMPLO, que pode ter sido compilada junto ao repositório disponível para download.
O que eu achei mais estranho é que a atendente me disse que tal funcão, hora pode estar compilada junto ao RPO, hora pode não estar.
Enfim, para evitar maiores problemas, decidi que mudarei o nome da minha função.
Mas, mesmo assim, fica a pergunta: Como podemos confiar em um padrão (criado pela própria Microsiga) que diz que todas as funções U_ são de uso livre em customização se, quando vou compilar minhas funções, descubro que já existe uma função com o nome que escolhi ?
Pesquisando esse assunto, descobri que a atual versão do RPO contém muitas funções iniciadas com U_, por exemplo: U_ABSENT (extremamente fácil haver cusmtomizações usando este nome), no programa ABSENT.PRX, U_AC060DLB (AC060DLB.PRW), U_AC70DECL (AC70DECL.PRW) e, pelo menos, mais 6 outras.
Minha dica, neste caso, é que você renomeie as funções que gerarem conflito. Não vale a pena perder muito tempo discutindo o assunto com a Microsiga (você terá que renomear todas as chamadas de menus e programas para a função).
Agora, se você achar que terá muito trabalho para renomear as funções, não tenha dúvidas, entre em contato com eles e solicite que o RPO seja compilado sem essas funções.
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Be the first to comment - What do you think?  Posted by Ricardo Augusto - February 26, 2009 at 18:41

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ATUALIZAÇÃO DO MICROSIGA PROTHEUS 8 PARA 10


Durante os dias 2,3,4 e 5 de fevereiro (2009) farei dois cursos para minha atualização em sistemas MICROSIGA (TOTVS). Embora eu já tenha feito alguns cursos lá, já se passaram muitos anos, e achei importante esse upgrade em meus conhecimentos.
Neste primeiro dia, através do famoso network em sala de aula, fiquei sabendo que não sou apenas eu quem está desatualizado, rodando a versão Microsiga Protheus 8, mas a grande maioria dos clientes que atualizaram para a 8 ali ficaram.
Sendo assim, resolvi publicar alguns resumos dos cursos e, quando eu fizer a atualização para Microsiga Protheus 10, fazer alguns posts para ajudar àqueles que precisarem.

Aproveito para pedir desculpas pela demora ao responder os comentários mas o curso, panes no meu acesso à internet e panes no meu provedor, estão consumindo muitas horas preciosas. Pretendo retornar à normalidade (cerca de 24hrs para responder) ainda esta semana.
Obrigado pela audiência e paciência.
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2 comments - What do you think?  Posted by Ricardo Augusto - February 2, 2009 at 23:11

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