Microsoft Windows: Obrigatoriedade de escolha do navegador para o mundo todo ?
A questão agora é a seguinte: Deveria a Microsoft fornecer a janela de escolha de navegador de internet para os usuários de todo o mundo ?
Com a divulgação de que a Microsoft permitirá aos usuários europeus escolherem qual web browser desejam instalar, como desdobramento do processo antitruste movido contra a empresa americana na comunidade européia, a OPERA, empresa que iniciou o processo, afirma que a opção de escolha de browser deveria ser estendida aos usuários do mundo todo.
Alguns críticos apostam que, em no máximo 5 anos, as distribuições do sistema operacional Windows no mundo todo terão a opção de escolha do web browser a ser instalado.
Pessoalmente, acredito que a maioria dos web browsers mais usados no mundo executam bem suas funções. Como carros de uma mesma linha, mas de fabricantes diferentes, possuem diferenças. Uma marca agrada a um público, outra marca agrada a outro, mas todos são bons automóveis.
No meu caso, uso o Google Chrome para a maioria das navegações, mas prefiro o Internet Explorer para algumas outras, isso depende de como cada site se comporta com esses navegadores.
De qualquer forma, a obrigatoriedade da escolha dará uma chance maior aos fabricantes de navegadores, o que tende a melhorar a qualidade dessa categoria de sofrware no geral.
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NET: Briga pelo vazio do speedy ?
Não é de hoje que prefiro a internet banda larga dos provedores de TV a cabo aos serviços da Telefônica (Speedy).
Minha experiência com os dois tipos de internet me permite dizer que a qualidade dos serviços NET VÍRTUA e TVA aJato é melhor do que a qualidade do serviço ADSL da Telefônica, do qual também já fui usuário.
Segundo o COMPUTERWORD, o presidente da NET, José Antônio Felix, disse que a expectativa é de que aumente a procura pelo serviço VÍRTUA.
Entretanto, a NET e a TVA não tem um alcance tão grande como o da Telefônica.
Um dos escritórios da empresa onde trabalho fica próximo à Santo Amaro, zona sul de São Paulo. Lá, não há alternativa ao SPEEDY! Além disso, tenho muitos amigos, em diversas regiões da cidade, que dizem que há TV a cabo em suas localidades, mas não o serviço de internet.
Em outros dois escritórios, possuo os serviços NET EMPRESA e SPEEDY BUSSINES (os dois em cada escritório), centralizados em um roteador com duas portas WAN (internet), que faz o gerenciamento automático, balanceamento e contingênciamento.
Portanto, deixo um pedido público à NET e a TVA (embora essa última esteja ligada à Telefônica): Estendam suas redes, de maneira que mais usuários, eu entre eles, possam ter mais uma alternativa em internet banda larga.
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A diminuição da importância dos sistemas operacionais locais.
Há, aproximadamente, 10 anos, resolvi deixar de desenvolver sistemas de computador administrativos para pequenas empresas. Com exceção aos casos onde alguns conhecidos insistiam muito, cheguei à conclusão que não mais desenvolveria esse tipo de sistema, até que estivesse capacitado a trabalhar com um ambiente relativamente novo (àquela época), os WEB BROWSERS.
Em 1999, cheguei a conclusão de que não deveria mais desenvolver sistemas que ficassem presos a computadores e sistemas operacionais como, até então, os sistemas que eu desenvolvia em DELPHI, CLIPPER e outras linguagens.
Àquela época, notei que as aplicações baseadas em interfaces de web browsers traziam uma grande vantagem em relação às aplicações de interface própria, por permitirem o acesso a partir de qualquer computador, com qualquer sistema operacional. Não por acaso, aquele foi o ano em que fiz meus primeiros estudos sobre aplicação do sistema operacional LINUX, como alternativa de baixo custo às empresas.
Com o início das operações de banda larga, também notei que seria natural a portabilidade (esse nome está em moda, hoje) entre filais, ou seja, não seria necessário investir muito para que várias filiais usassem o mesmo sistema, sem os truques necessários quando linha discada e CARBON COPY eram sinônimos de conxão. Além do mais, surpreendente, pensei em não mais instalar os programas, que eu desenvolvia, individualmente, em cada cliente. Mas, sim, instalar em um servidor meu e apenas permitir o acesso, talvez cobrando um aluguel por isso (O nome disso, hoje, é SaaS).
Passados os quase dez anos que mencionei, percebo que estava certo em relação à minha percepção. Eu não desenvolvi o tal do serviço, pois me envolvi com outros projetos, mas resolvi escrever este post apenas por que chegamos ao momento em que, cada vez mais, o sistema operacional de massa perde sua relevância.
Chamo de sistema operacional de massa todas as versões de Windows que não Servidores, pois estes sempre terão seu lugar garantido, pelo menos até que apareça algo realmente capaz de suprerá-lo, além dos sistemas base Linux. O MAC OS fica fora da linha dos sistemas de massa, pois é raro alguém comprar um MAC para rodar, exclusivamente, uma aplicação do tipo sistema administrativo (nem por isso o MAC OS está garantido).
Portanto, nos próximos anos, veremos a diminuição da importância dos sistemas operacionais tipo CLIENT nos ambientes corporativos, cedendo lugar para pequenos sistemas operacionais embarcados (embedded), que apenas tenham capacidade de executar um web browser, que me arrisco a prever o nome: System Browser, ou Operation Browser.
Nesse quesito, o Linux leva vantagem, pelo menos levava. Seu núcleo, pequeno e modular, é perfeito para esse tipo de aplicação. É relativamente fácil remover tudo o que não é usado, e deixá-lo com poucos kilobytes de tamanho.
É claro que a Microsoft não está aí à tôa, eles têm trabalho para tornar o kernel do Windows mais enxuto, é claro, de olho nas oportunidades que estão chegando. Quando a Microsoft abateu o NETSCAPE em pleno vôo, eles sabiam não estar apenas derrubando um navegar web, um software, mas, sim, abrindo espaço para ela própria, ter todo o cyber espaço totalmente (quase) disponível para ela.
E o sistema operacional, do jeito que o conhecemos hoje, vai desaparecer ?
Sim, e não! O MS-DOS desapareceu ? Não, ele evoluiu, primeiro ganhou o Windows, depois, virou o Windows. É, mais ou menos, como alguns dinossauros evoluiram em aves. Guardam muito pouco de suas características originais, mas estão aí.
Usuários de sistemas administrativos corporativos, que há muito tempo podem fazer uso da computação remota, com os Thin Clients, tenderão a usar estações cujo sistema operacional seja apenas um lançador de web browser. Usuários de aplicações específicas, como CADs, estações de desenho e produção musical, tenderão a possuir um sistema operacional mais robusto, embora haja espaço para SaaS especializados. As empresas continuarão a ter os seus servidores, até mesmo por uma questão de segurança e sigilo mas, cada vez em menor quantidade, transferindo alguns tipos de software para a plataforma SaaS, como o próprio Microsoft Office ( A viabilização de uma corporação média, totalmente baseada em SaaS, depende da maturação de nossos serviços de internet, principalmente, aqui no Brasil. Não podemos ter apagões de internet, assim como não podemos tê-los com energia elétrica, aeroportos, estradas, portos, etc ).
Por isso, as novas gerações de gestores de TI deverão se preocupar mais, quando muito, com os sistemas operacionais servidores, deixando as estações de trabalho da maneira que, praticamente, nunca deixaram de ser, terminais de acesso ao servidor.
Mas não podemos deixar de observar a importância que os sistemas operacionais tipo CLIENT tiveram até hoje. Se podemos falar em SaaS e cloud computing é por que, por muito tempo, os sistemas operacionais locais nos permitiram desenvolver e testar nossas idéias sobre computação. O que vem por aí é o sistema operacional evoluido.
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Categories: SISTEMAS OPERACIONAIS Tags: Cloud Computing, INTERNET, LINUX, Saas, sistema operacional, web, windows
Qual a verdadeira velocidade de minha conexão à internet ?
Não sei e, no que depender das operadoras, nunca ficarei sabendo.
Se você ler seu contrato de provimento de internet banda larga, provavelmente se deparará com uma cláusula dizendo que seu provedor de acesso só garante 10% da velocidade prevista no contrato, ou seja, se você ainda possui um daqueles planos antigos, de 500Kbps, tem garantido 50kbps, pouco menos que uma conexão discada de boa qualidade (56kbps). E não adianta chorar! Essa é a velocidade garantida.
É como se as garrafas da coca-cola não fossem transparentes, e a empresa só garantisse 200ml em uma garrafa de 2 litros.
Ou então, já que o assunto é velocidade, imagine o que aconteceria se, no seu trabalho, você levasse 20 dias para fazer o serviço que pode ser feito em 2 dias!
Mas a ANATEL parece estar querendo resolver esse probelma.
Segundo o UOL TECNOLOGIA, a Agência Nacional de Telecomunicações está trabalhando em conjunto com o Comitê Gestor de Internet e a Rede Nacional de Pesquisas, para tornar pública a real velocidade de cada operadora. Segundo Plínio de Aguiar Júnior, conselheiro da Anatel, não será uma percepção, e sim uma medição efetiva da velocidade a cada momento, entretanto, não há prazo para que entre em vigor.
Vamos torcer para que a idéia realmente seja levada adiante, e possamos saber exatamente por qual qualidade de serviço estamos pagando.
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VULNERABILIDADE DOS SISTEMAS DE INTERNET NO BRASIL.
Os recentes problemas apresentados pelo serviço SPEEDY, da telefonica, me chamam mais a atenção não pelo fator pontual, dos problemas de comunicação de seus usuários, mas, sim, pelo contexto do problema. Seja um ataque de DNS, seja um incêndio no datacenter, seja uma manutenção executada de maneira errada em um roteador no interior de São Paulo, não importa o problema em sí, mas sim a falta de segurança e de sistemas alternativos, que consigam impedir que os usuários sejam afetados.
É preciso lembrar que a Internet, em sua concepção original, é uma rede de computadores capaz de superar computadores problemáticos pos sí só.
Os problemas de conexão, que vêm ocorrendo repetidas vezes, servem para nos alertar o quão precários são nossos GATEWAYS e DNS, e como podemos ficar sem conexão completamente, de um momento para o outro.
Considerando que a internet é tão, ou mais, importante que as linhas telefônicas, não é admissível que tais falhas continuem deixando usuários sem conexão. Os sistemas de internet devem ser tratados como questão de segurança nacional. Assim como a geração e distribuição de energia elétrica e água, a internet é uma das principais artérias do país, e deveria ser tratada como tal.
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Categories: INTERNET, ROTAS E ROTEADORES Tags: brasil, Brazil, INTERNET, problemas, speedy, telefonica
INTERNET VIA REDE ELÉTRICA: Regulamento aprovado.
Desde o ano passado, convivo com a curiosidade sobre a qualidade do serviço de interner banda larga por rede elétrica, a PLC – Power Line Communications. E essa curiosidade não é à toa, uma vez que o prédio onde moro foi eleito para testes da tecnologia, e já recebeu, há uns 6 meses, toda a infra-estrutura necessária. Segundo informações, sá falta ligar o sinal (veja aqui: http://www.meiragoncalves.com/blog/?p=448).
Mas há esperenças!!
A ANATEL aprovou ontem (02/04/09) o regulamento sobre o provimento de internet via rede elétrica, desta forma, após sua publicação, as empresas interessadas já podem solicitar autorização para operar o sistema.
Uma das grandes vantagens dessa tecnologia é a velocidade, que pode facilmente multiplicar por 10 em relação aos serviços disponíveis atualmente.
Agora, mais uma vez, só me resta esperar, mas sabendo que o mundo não está parado.
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Cloud Computing: Não dá para viver com a cabeça nas nuvens!
Os anúncios da última semana, sobre a nova ferramenta do Google que permite o armazenamento local do conteúdo do Gmail, reforçam um pensamento meu, que expressei em um post sobre Netbooks, de que ainda não estamos tecnicamente preparados para manter nossos arquivos pessoais hospedados em um servidor cujo único acesso se dá pela internet.
A nova ferramenta do Google mostra que é necessário, em algum momento, manter uma base de consulta local e off line para e-mails, documentos e toda a sorte de informação que nos seja minimamente importante.
Com isso, o conceito de cloud computing (computação de nuvem) precisa esperar um pouco para se consolidar, pelo menos o tempo suficiente para que a disponibilidade dos serviços de internet seja parecida com a disponibilidade dos serviços de telefonia (estou falando da telefonia na cidade de São Paulo).
É claro que o SaaS (software as a service ou software como serviço) entra na mesma situação. Como as empresas podem, por exemplo, migrar para o Microsoft Office On Line, ou mesmo para o Google Docs, sem estabilidade e velocidade em sua conexão com a internet ?
Não estou dizendo que o cloud computing seja um conceito furado, ou que é ruim, etc. Nada disso! Eu sei que ele (pelo menos como conceito) é um caminho já tomado e sem volta, que apenas deverá ser trilhado com menos velocidade e mais responsabilidade.
Sobre os Netbooks ? Bem, continuo não vendo nada de interessante na relação custo-benefício. Para mim soa como pagar, por um carro popular, 10% a menos que um carro médio, mas completo.
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Categories: Cloud Computing Tags: cloud, computação, computing, INTERNET, netbook, nuvem, Saas, software as a service, software como serviço
COBRANÇA NÃO AUTORIZADA: Emissão de boleto sem autorização do sacado.
Essa dica é para aqueles menos atentos, mas honestos, que gostam de manter suas contas pagas em dia.
Além da hospedagem desse blog, que é feita em um provedor fora do Brasil, administro a hospedagem e registro de domínio de 4 empresas do grupo onde trabalho, todas elas em um único provedor nacional, de qualidade e seriedade indiscutíveis, a LOCAWEB. Há alguns dias, comecei a receber, indevidamente, boletos bancários referentes à hospedagem dos sites dessas empresa.
Antes de mais nada, alerto: Você não precisa pagar esse boleto.
O cabeçalho do espaço para mensagens do boleto diz:
Mala Direta Postal
Pagamento único e anual referente a hospedagem do seu SITE na INTERNET
Domínio: www.nonononono.com.br
Hospedagem referente ao período: NOVEMBRO/2008 a OUTUBRO/2008 R$ 134,00
E depois vem um institucional, falando das qualidades do provedor, serviços disponíveis, etc.
O cedente, ou seja, aquele que emitiu o boleto, é uma empresa chamada LINTEL – INTERNET E TELECOMUNICAÇÕES LTDA, com a qual eu JAMAIS ENTREI EM CONTATO, JAMAIS SOLICITEI UM ORÇAMENTO, JAMAIS QUIS SABER SE EXISTIA, na verdade só tive a insatisfação de conhecer através dessa emissão indevida de boleto bancário.
Isso me fez lembrar que, há um ou dois anos, uma empresa usava de estratégia semelhante, enviando boletos bancários com lay-out muito parecido com os boletos enviados pelo gestor de domínios no Brasil, o registro.br. Levando o sacado a se confundir e “comprar” um serviço que não havia solicitado.

Talvez, a LINTEL venha se defender, dizendo que no boleto há uma instrução PAGAMENTO OPTATIVO E FACULTATIVO, o que desobriga o pagamento, entretanto, acredito que o caso da emissão do boleto caracteriza a mesma situação de quando uma operadora de cartão de crédito emite um cartão sem que tenha sido solicitado.

Enfim, não vou me aprofundar nas questões jurídicas da situação por pura falta de conhecimento da legislação que regula a emissão de boletos bancários (se é que existe), mas convido os leitores que tenham especialização na área a deixar seu comentário, assim como àqueles que receberam o boleto ou queiram se manifestar, inclusive à própria LINTEL.
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