LogMeIn, acesso remoto garantido, fácil e gratuito ao seu PC ou MAC.
Finalizando a série de posts sobre acesso remoto a computadores via internet, eis aqui uma
solução simples e eficaz para você que precisa acessar um PC a qualquer momento, mesmo estando longe dele.
Trata-se do LogMeIn, uma interface web que lhe permite gerir seus computadores de onde quer que você esteja, desde que tenha acesso à internet, é claro.
A maior vantagem dessa aplicação é que seu uso é muito simples, você não precisa configurar nada em seu roteador, DNAT, etc.
Basta criar sua conta e fazer o download do software Server em www.logmein.com, instalá-lo no computador que deseja controlar remotamente e deixá-lo ativo.
Depois disso, a partir de qualquer outro computador, acesse o site do LogMeIn, faça seu login e pronto, será exibida uma lista com computadores que você tem direito de acesso.
É bom deixar claro que, mesmo tendo direito de acesso, você precisará saber a senha que cadastrou no momento da instalação do software Server, que não é, necessariamente, a mesma do login no site.
Uma das ferramentas bem interessantes dessa aplicação, além de você acessar o seu próprio computador, é poder enviar convites específicos para que outros usuários possam acessá-lo também.
Esse convite é temporário, através de um link, e o usuário convidado não precisará de senha para acessar seu PC, pois o convite já transmite a senha. Além disso, pode ser enviado automaticamente, ou você cria o link pelo software Server e cola em um e-mail feito por você mesmo.
Bom, como principal exemplo de uso, pedirei às minhas duas irmãs que instalem essa ferramenta hoje mesmo. Assim, quando precisarem de suporte, basta que elas me enviem o convite, e tudo ficará mais simples.
Vale um lembrete: Por mais bem desenvolvidas que sejam essas ferramentas, sempre há um hacker para descobrir uma falha e invadir seu micro. Por isso, mantenha sempre o software Server desabilitado enquanto não for usar, para isso, clique com o botão direito do mouse sobre o ícone do LogMeIn e escolha a opção desabilitar.
Essa matéria foi sugerida pelo leitor Thiago. Obrigado.
Esse, provavelmente, será meu último post da semana, posto que estarei em férias em águas de Lindóia . Se tudo ocorrer bem, dia 14 os posts retornarão.
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Programas para acesso remoto.
Pegando carona nos assuntos anteriores, quando falei de funcionalidades para acesso remoto em roteadores TP LINK e DLINK, e aproveitando a sugestão do Leitor Thiago, resolvi falar um pouco de ferramentas para acesso remoto baseadas em VNC ( Virtual Network Computing ).
O VNC, ao contrário do que muitos pensam, não é um programa específico, mas um protocolo desenvolvido para possibilitar o acesso a interfaces gráficas remotas.
Normalmente, essas ferramentas são compostas por uma aplicação Server, que deve ser ativada no computador que será acessado remotamente, e outra client, que é usada na estação remota.
Na prática, essas aplicações conectam seu monitor, teclado e mouse a um outro PC, de maneira que todas as ações desses dispositivos sejam executadas no computador Server.
Algumas delas fazem com que a imagem apresentada nos dois computadores (Server e client) sejam as mesmas, sendo isso muito útil para ações de suporte, onde um usuário com problemas pode solicitar suporte, ativando o VNC SERVER e entrando em contato com um analista de suporte. Esse analista usará o VNC CLIENT para enxergar tudo o que ocorre no PC do usuário, podendo este executar as rotinas nas quais tem problema e o analista, acompanhando tudo remotamente, realizar as intervenções necessárias.
Chega de conversa e vamos à prática, nesse caso, simulando que você queira acessar o seu micro em casa, a partir de qualquer ponto da web.
Vou supor que você usa um roteador, qualquer que seja, com suporte a DNAT, como um D LINK DI524, um TP LINK WR642G, ou até mesmo diretamente em seu modem.
Você pode digitar VNC na barra do Google, logo acima, e escolher qualquer opção que lhe for apresentada, ULTRA VNC, REAL VNC, etc, etc.
Na grande maioria dos casos, você precisará baixar apenas um programa de instalação, que lhe trará a opção de instalar o Server e/ou o client.
Para não haver confusão, instale as opções padrão do configurador, o famoso NNF (next, next, finish), aceitando tudo o que o instalador sugerir.
Tanto o ULTRA VNC, quanto o REAL VNC, exibirão um alerta para lhe avisar que a senha para o SERVER está em branco, e que você deve colocar uma senha segura (nem preciso lembrar o quanto isso é importante!).
Na imagem abaixo, destaco alguns itens que considero importantes, o primeiro, no canto superior, à esquerda, estão os itens que liberam as conexões remotas e permitem que você altere a porta padrão para a conexão do cliente. Não altere essa porta caso você não tenha total domínio sobre o que isso significa e, tome nota, a porta padrão é 5900.
Logo abaixo, encontramos o item de autenticação, onde você DEVE definir a senha de acesso.
Finalmente, à direita, apenas para que você tenha uma noção de como a ferramenta trabalha, ele permite (por padrão) que não seja exibido o papel de parede do computador que está sendo acessado, isso diminui a quantidade de informação a ser trocada, aumentando a velocidade da conexão.
Configurados esses pontos, você deve acessar a página de configuração do seu ROUTER, localizar a função DNAT ou NAT ou FORWARDING e adicionar um servidor virtual, disparando o que chegar na porta 5900 (por isso eu disse para você tomar nota), para o IP do computador destino, na mesma porta (veja post http://www.meiragoncalves.com/blog/?p=44).
Feitas essas configurações, vá até outro computador com acesso a internet, instale o VNC, abra a opção CLIENT e digite o IP do seu computador (onde você instalou o serv er). Deverá surgir uma tela pedindo para você digitar sua senha. Faça-o e desfrute o resultado.
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OBS.: Se você, assim como eu, possui uma conexão com internet com IP DINÂMICO, dÊ uma olhada no post sobre DNS DINÂMICO – http://www.meiragoncalves.com/blog/?p=50 .
Nos próximos posts falarei sobre acesso remoto via client web, que é um tanto quanto mais simples.
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Controle de uso de multifuncionais / Copiadoras
Um ótimo recurso para controlar o uso da função copiadora em multifuncionais é a autenticação de usuários via conexão com servidores.
Em meu caso, utilizo uma multifuncional LEXMARK X644e, inserida em um controlador AD Windows 2003 Server.
No próprio painel da impressora, uma tela touch screen (sensível ao toque) de 8 polegadas colorida, temos acesso às configurações que pormitem ingressar com o dispositivo em um domínio, tão fácil quanto você faz com qualquer PC.
Após tal configuração, o administrador da impressora pode escolher quais das funções exigirão autenticação, por exemplo, podemos requerer autenticação para envio de FAX e CÓPIA, mas deixar a digitalização livre.
Quando desejamos um controle mais apurado, com identificação de volume de cópias produzido por cada usuário, podemos utilizar a suite LDSS, que contém uma aplicação específica para esse registro, garantindo assim a correta distribuição dos custos pelos departamentos e usuários da empresa.
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CENTRALIZAÇÃO DO USO DE IMPRESSORAS e MULTIFUNCIONAIS
Esse tema é polêmico, afinal de contas, até relativamente pouco tempo atrás, as impressoras e multifuncionais com interface de rede eram raras, levando a maioria dos gestores de TI a optarem por dispositivos locais, ligados ao computador e, as vezes, ao coração de quem o usava.
Digo coração pois o usuário que tinha uma impressora local costuma chamá-la de sua, do mesmo modo que fazemos com os computadores que a empresa coloca a nossa disposição.
Quando se trata de um computador, até podemos considerar que ele guarda informações que dizem respeito apenas ao seu usuário comum e, no máximo, à empresa onde trabalha.
Agora, quando falamos de impressoras, o assunto é diferente, ela não guarda nada (exeto quando é um multifuncional, e o usuário esquece de tirar o original do vidro de cópias do equipamento).
Estamos acostumados, ainda, a ter a comodidade de possuir uma impressora a disposição, sobre nossa mesa, a distância de levantar o braço para pegar os documentos impressos, sem nos preocupar se aquele recurso é bem utilizado, se a tinta está secando por falta de uso, se poderíamos compartilhar aquele dispositivo com outro usuário, etc.
Controle ? Que nada!
Queremos mesmo é poder imprimir de tudo, quantas cópias se fizerem necessárias, mesmo que tenhamos que imprimir 20 cópias para revisão antes de conseguirmos a versão final, sem erros de ortografia.
Por tudo isso, quando a empresa fala em reduzir custos de impressão e centralizar os dispositivos, permitindo que vários funcionários compartilhem um único equipamento, dá-se início a uma verdadeira guerra. Ninguém abre mão de ter a impressora pertinho de si, ninguém leva em conta os benefícios que esse processo traz.

Em um ambiente centralizado, a primeira vantagem notada é a melhoria tecnológica dos equipamentos, uma vez que a quantidade será reduzida, os recursos podem ser aplicados na compra de equipamentos mais avançados.
Outro ponto é que a assistência técnica e tempo de resposta em caso de pane são obrigatóriamente melhorados, uma vez que cada equipamento passa a atender maior número de usuários, maior a necessidade de mantê-lo ativo e funcional.
A perda de suprimentos, bem como o custo unitário, diminuem significantemente, já que as compras são feitas em maior volume por modelo, e a rotatividade desses insumos é maior, praticamente eliminando perdas por ressecamento de cartuchos.
Em um ambiente padrão, a substituição de impressoras locais dos usuários por impressoras centralizadas, gera facilmente uma economia de cerca de 30%, apenas em custo direto, sem contar despesas de assistência técnica, alocação de mão de obra própria, etc.Há também que se falar no ponto mais delicado desse assunto: O controle dos trabalhos de impressão realizados.
Uma vez instituido o ambiente de impressão centralizado, podemos começar a definir políticas de uso dos dispositivos. Essas políticas vão desde a simples permissão ou negação de uso de um determinado dispositivo, até a definição de horários, recursos como cor, economia forçada pela obrigatoriedade de uso de duplex (frente e verso), diminuição de filas geradas por uso indevido como envio de trabalhos em tamanho de papel inexistente, entre outros.
Além disso, pode-se gerar relatórios de uso dos recursos por usuário, centro de custo, dispositivos, etc, garantindo que os administradores saibam exatamente onde estão seus gastos.
Controles mais simples podem ser obtidos através de políticas de sistema operacional, controles mais avançados, ou mesmo controle sem uso de sistema operacional servidor de impressão, podem ser obtidos através de diversos softwares de contabilização disponíveis no mercado, dos quais destaco n-Billing, PaperCUT, PCOUNTER, PAS e outros (se alguém quiser enviar sugestões, por favor, coloque-as em comentário).
Em breve, farei novas publicações detalhando um pouco mais os processos de centralização.
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Sistema de controle para cobrança de impressões/cópias/faxes/digitalização/etc.
Pela extrema falta de sistemas de gerenciamento especializados em empresas de outsourcing de impressão, farei alguns comentários sobre o tema.
Começo pela minha experiência: Trabalho há mais de seis anos em uma empresa desse ramo.
Minha vinda para a companhia foi motivada justamente pela falta de um sistema que fizesse o registro de numeradores de copiadoras e duplicadores, calculasse custos, descontos, preços por faixa de utilização, entre outros.
Há cerca de 8 anos, contratado como consultor apenas para desenvolver esse mecanismo, usei minha experiência em DELPHI e iniciei o projeto.
Após algum tempo, fui convidado a atuar como analista de TI efetivo da empesa.
Foi aí que comecei a interagir mais com as atividades e conheci o SIGA ADVANCED, da MICROSIGA, que era o ERP então utilizado.
Esse ERP (não vou entrar em detalhes), principalmente nas versões PROTHEUS (que sucederam o ADV), possui uma interface excelente para customizações compiláveis.
Assim sendo, refiz o código do sistema de controle em ADVPL e, juntamente com algumas customizações de banco de dados, geraram uma excelente ferramenta para o controle desejado, com a vantagem de ter toda a aplicação agregada ao faturamento, estoque, atendimento técnico, etc, etc,etc.
Depois de 4 anos (devido às diversas mudanças na forma de operação da empresa) o sistema atingiu uma estabilidade e aderência muito boas, permitindo controlar os mais complicados casos de contratos, com franquias simples ou distribuidas, contratos com múltiplos cnpjs para faturamento (com franquia distribuída entre eles), cobrança rateada de uso de impressões acima da franquia, composição de preços por faixa de impressão individual ou total, agregação de numeradores para “infinitos” itens de cobrança (monocor, colorida, scanner, fax, papel, etc, etc, etc).
Mas, o tempo passou, assumi outras funções na empresa (hoje gerencio todo o atendimento de TI, interno e externo), e não tenho mais tempo de me dedicar ao desenvolvimento.
Sendo assim, resolvi procurar soluções prontas que me atendessem.
Infelizmente, tenho tido uma enorme dificuldade em encontrar soluções que, ao menos numa conversa inicial, atendam minhas necessidades.
A partir de hoje, como disse anteriormente, farei posts sempre que tiver notícias de sistemas para esse ramo, comentando minhas avaliações.
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