TOTVS: Unificação do portal apresentando problemas (Muitos!!!)
A unificação dos portais de atendimento ao cliente, da TOTVS, aparentemente, está com sérios problemas.
Desde as oito horas desta manhã, estou tentando abrir um chamado técnico na Microsiga, mas sequer tenho conseguido acessar o portal.
Isso sem contar as inúmeras vezes que nem consigo acessar o portal da TOTVS.
No twiiter, a TOTVS diz que o site está passando por “períodos de instabilidade devido à migração”.
De qualquer forma, continuo sem conseguir registrar chamados.
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Windows 7: Primeiro dia de uso profissional.
E ontem, meu primeiro dia de uso profissional do Windows 7 Release Candidate, tudo correu muito bem, obrigado.
O sistema operacional tem se comportado da maneira esperada na maioria das funcões às quais foi submetido.
Como havia previsto, o Microsiga Protheus, da TOTVS, apresentou um comportamento esquisito na manipulação do vídeo antes de eu instalar o driver apropriado para a controladora gráfica do notebook, uma modesta INTEL 965. O vídeo “congelava”.
Após a instalação do driver, o Protheus passou a trabalhar normalmente.
O acesso ao remote desktop também está funcionando bem, o ingresso do Windows 7 no domínio foi fácil, nos moldes do Windows XP e Vista, e a captura das impressoras da rede foi tranquila, usando os drivers pré-instalados no servidor de impressão (Windows 2003).
Um detalhe que notei, foi que meu notebook não respondeu às políticas de grupo do meu servidor windows 2003. Não tive tempo, ainda, de procurar o motivo mas, coisas simples como o papel de parede default, não foram carregadas.
Voltando ao Microsiga Protheus, tanto o TOTVSAPPSERVER (antigo MP8SRVWIN), quanto o TOTVSSMARTCLIENTE (MP8RMT) e o TOTVS Development Studio (MP8IDE) estão trabalhando normalmente, compilando, executando o DEBUG e todas as outras funcionalidades.
Ah, uma dica para que usa o TOTVS Dev Studio: A fonte que melhor se adapta ao uso do IDE é a MS LINE DRAW. Diferentemente das versões anteriores do Windows, o processo para adicionar fontes novas no Windows 7 não está na opção FONTES do painel de controle, mas sim no menu POP UP, clicando com o botão direito do mouse sobre a fonte e, depois, na opção INSTALL.
Ainda não tenho uma carga de uso grande o suficiente para tecer uma opinião abrangente sobre o Windows 7 mas, por enquanto, não tenho do que me queixar.
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Microsiga Protheus: Como, e quando, atualizar o sistema
Atualização de sistemas operacionais e softwares em geral é o processo pelo qual se corrige falhas e adiciona funcionalidades a eles. Quando falamos de sistemas ERP, como o Microsiga Protheus, também garantimos que as mudanças na lesgilação, principalmente fiscal e trabalhista, sejam rápidamente incorporadas ao sistema.
O Microsiga Protheus possui três níveis básicos de atualização.
A primeira é a aplicação de patches, que podemos comparar às atualizações pontuais feitas pelo Windows Update, sempre que a Microsoft libera seu pacote de correções, toda a segunda terça-feira de cada mês. Com o Protheus, a diferença básica está em não haver um período específico para essas liberações, que são feitas sob demanda. Por exemplo, se o governo resolve editar uma medida provisória, mudando drásticamente a forma e regras do recolhimento o INSS, a TOTVS (Microsiga) irá trabalhar as atualizações necessárias e liberar o tal patche, com um manual de procedimentos (as vezes se faz necessário criar campos, tabelas, etc). A TOTVS também envia boletins de atualização, facilitando nosso trabalho.
Neste caso, é necessário fazer o download dos patches de atualização, acessar a ferramenta IDE ( até a versão 8.10), ou TOTVS Dev Studio (na versão 10.1), acessar o menu ferramentas e seguir o assistente.
Uma outra forma de atualização é a própria atualização de build, que podemos comparar aos services packs da Microsoft. Trata-se de uma compilação de todas as atualizações anteriores em um novo núcleo, tornando o conjunto mais uniforme. Essa atualização se dá de tempos em tempos, mas não sob uma demanda específica.
Neste caso, deve-se baixar os arquivos necessários ao processo, normalmente o RPO (núcleo do sistema/repositório de objetos), os aplicativos server e client e, eventualmente, o help do sistema.
Por fim, o processo mais forte de todos é a atualização de Release ou Versão. Na verdade, a atualização de release pode ser mais simples, mas a atualiação de versão requer cuidados especiais, principalmente de tratamento de base de dados.
Na atualização de versão, além de atualizar as funcionalidades contidas nos RPO, nos binários e outros, você terá que executar o programa de compatibilização de base de dados, que é o responsável por adequar as tabelas existentes ao novo dicionário, sem que haja perda de informações.
Qualquer que seja o processo, sempre é necessário executá-lo em ambiente de teste, para conhecer os resultados das aplicações. Não é incomum que um processo seja completamente alterado entre uma release, ou mesmo uma build e outra, por isso, é muito importante que os testes envolvam todas as áreas usuárias do ERP, simulando operações do dia-a-dia, fazendo, sempre que possível, um verdadeiro crash test no ambiente de testes.
Não se pode esquecer, também, de recompilar as customizações, fazendo com que as rotinas de desenvolvimento próprio, como relatórios e consultas, estejam disponíveis aos usuários.
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MICROSIGA PROTHEUS 10 – RELEASE 1.3: Problemas no SXSBRA
A TOTVS está guerreira na liberação de releases do Protheus 10, já está na terceira. Isto mostra o empenho da empresa em melhorar continuamente o produto. Entretanto, lançamentos de releases têm seu custo, mais do que financeiro, de exposição a falhas do produto.
Comecei a fazer os testes para a virada de versão do Protheus 8.11 para o 10.1, release 1.2, e já havia identificado e solucionado os problemas que teria no momento de migrar o ambiente de produção para a nova versão.
Ontem, comecei a refazer os testes de migração, de modo a garantir que a documentção que preparei esteja correta, e que eu consiga fazer a virada de versão em poucas horas.
Tudo ocorria como planejado, eu ia seguindo o roteiro que escrevi, os problemas ocorriam nos pontos que eu havia identificado e as soluções que eu havia criado realmente funcionavam, entretanto, já em um momento adiantado da migração, me deparei com um erro de criação de índices.
A primeira falha ocorre no índice ADE010 ordem 5, ou ADE0105, que tenta concatenar dados de tipos diferentes, um campo tipo caracter a um campo tipo data o que, como quem trabalha na área sabe, não é possível, ao menos sem o uso de uma função para “IGUALAR” os tipos.
Mesmo sem consultar a TOTVS, coloquei a tal função para igualar os tipos e, ao rodar o processo de migração, consegui passar por esse ponto, mas parei num dos próximos passos.
A chave ADE010F, ordem 15 do ADE010, apresentava o mesmo problema, dois campos tipo data sem tratamento sendo concatenados a campos tipo caracter.
Embora eu tenha tentado usar a mesma solução que usei no erro anterior, transformando o campo tipo data em tipo caracter, o sistema continua apresentando o mesmo erro crítico, e não consegue criar o índice.
Minha suspeita é que a string que descreve a chave do índice esteja muito grande (realmente o é) e o PROTHEUS a esteja trucando, gerando o problema.
Entrei em contato com o suporte da TOTVS e fui imediatamente atendido, o atendente acompanhou minhas observações, confirmou o problema e encaminhou para solulção.
Por hora, para continuar com meus testes, simplesmente excluí a chave de índice que apresentava problema, no SX1010, índice ADE ordem F, o que garantiu que completasse a atualização, mesmo porque o arquivo ADE010 é novo, e não fundamental neste instante.
Me chamou a atencção a quantidade de índices definidos para essa tabela. São 20 índices, número muito alto para a minha escola de desenvolvimento.
Agora, vou esperar a resposta ao problema detectado, sem atrasar os testes.
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MICROSIGA PROTHEUS 10: CHAVES DUPLICADAS
Pois é, continuo trabalhando na virada de versão do Protheus 8.11 para o Protheus 10.1 e, ao mesmo tempo, do “banco de de dados” DBF (codebase) para um BANCO DE DADOS MS SQL.
Com já havia sido alertado, estou sofrendo com chaves duplicadas.
Acontece que o Microsiga baseado em CODEBASE não faz consistências sobre chaves primárias duplicadas, exceto se você o fizer via função no validador do campo.
Como minha base de dados vem dos tempos da versão 2.Alguma coisa, inúmeros registros se encontram duplicados.
Estou desenvolvendo funções paralelas para sanar mais este problema.
Continuarei informando.
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MICROSIGA PROTHEUS: VIRADA DE VERSÃO – AS PEDRAS DO CAMINHO
Como tenho postado, estou fazendo os testes para a virada de versão do Microsiga Protheus.
Até hoje, minha opção foi utilizar o Protheus sobre base de dados CODEBASE, nosso velho DBF, pois nosso volume de dados e quantidade de usuários não tornava imperativo o uso de SGBD´s como SQL Server. Além das outras desculpas como falta de tempo para me dedicar ao processo de migração de base de dados.
Agora resolvi me livrar de vez desse passado, virando a versão do sistema, do meu atual Microsiga Protheus 8.11 para o Microsiga Protheus 10.1 e, ao mesmo tempo, migrando a base de dados para o padrão SQL.
Até mesmo por falta de qualidade nas migrações anteriores, uma vez que o ERP da Microsiga está em uso aqui há mais de 12 anos, também achei interessante “passar um pente fino” no atual processo de virada de versão analisando, praticamente, registro por registro em cada tabela.
Por hora, os principais problemas com os quais me deparei foram as diferenças entre o dicionário de dados oficial da versão atual, 10.1, com o meu dicionário de dados.
Campos com tamanho diferente, campos inexistentes e campos obsoletos foram os maiores obstáculos que encontrei enquanto comparava o dicionário de dados correto (considero o dicionário de dados oficial – que pode ser baixado do site da microsiga – como correto) e o meu dicionário de dados e estruturas das minhas tabelas.
Também encontrei um campo do tipo DATA, no dicionário de dados da Microsiga, definido com o tamanho 11, quando o correto é 8.
Um passo básico nas viradas de versão da microsiga é a execução do aplicativo de UPDATE, no meu caso o MP710TO101, entretanto, essa rotina de atualização não corrige diversos erros que ela encontra pelo caminho, por considerá-los personalizados demais para correção automática, posição com a qual concordo plenamente. Por isso, precisei criar o meu próprio aplicativo de correção desses erros.
Em resumo, esse aplicativo que criei verifica os campos de minha base de dados que estão obsoletos, verifica se há conteúdo nesses campos e, caso negativo, remove-os. Ele cria os campos do dicionário que, por qualquer motivo, não existiam em minhas tabelas e ajusta o tamanho dos campos, na tabela ou no dicionário de dados, sempre mantendo o maior tamanho para evitar perda de dados.
Após executar esse utilitário (o que leva algumas horas), o programa de UPDATE da Microsiga pôde ser aplicado, fazendo os ajustes finais e liberando a nova versão para uso.
Na hora de migrar o banco de dados, de DBF para MS SQL, deparei-me com alguns (muitos) registros que geravam erro no momento da importação pelo APSDU.
Tratavam-se de campos cujo valor, nem era NULO, nem ESPAÇOS em branco, nem qualquer conteúdo visível.
Consegui identificar que esses campos estavam preenchidos com uma sequencia de caracteres NULOS e ESPAÇOS EM BRANCO, o que gerava conflito com a cláusula NOT NULL do SQL. Tive que fazer outro aplicativo para varrer minha base de dados e corrigir o problema.
Agora, estou finalizando a importação da base de dados para o MS SQL EXPRESS, para verificar como minhas funções customizadas se comportarão nesse novo ambiente.
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ATUALIZAÇÃO DO MICROSIGA PROTHEUS 8 PARA 10
Durante os dias 2,3,4 e 5 de fevereiro (2009) farei dois cursos para minha atualização em sistemas MICROSIGA (TOTVS). Embora eu já tenha feito alguns cursos lá, já se passaram muitos anos, e achei importante esse upgrade em meus conhecimentos.
Neste primeiro dia, através do famoso network em sala de aula, fiquei sabendo que não sou apenas eu quem está desatualizado, rodando a versão Microsiga Protheus 8, mas a grande maioria dos clientes que atualizaram para a 8 ali ficaram.
Sendo assim, resolvi publicar alguns resumos dos cursos e, quando eu fizer a atualização para Microsiga Protheus 10, fazer alguns posts para ajudar àqueles que precisarem.
Aproveito para pedir desculpas pela demora ao responder os comentários mas o curso, panes no meu acesso à internet e panes no meu provedor, estão consumindo muitas horas preciosas. Pretendo retornar à normalidade (cerca de 24hrs para responder) ainda esta semana.
Obrigado pela audiência e paciência.
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SQL SERVER 2005 Express: Liberando conexões remotas
Mais uma da linha das dicas rápidas.
Se você não consegue fazer uma conexão REMOTA ao servidor MS SQL SERVER Express 2005, provavelmente está com esse recurso desabilitado.
Assim como eu, talvez você tenha acessado o MS SQL Server Management Studio Express, e notado que as conexões remotas estão LIBERADAS no painel de configuração.
or, as instalações do MS SQL Server desabilitam algumas funções.
Para ajustar o sistema conforme sua necessidade, acesse o SQL Server Surface Area Configuration (botão INICIAR, Todos os Programas, Microsoft SQL Server 200, Configuration Tools, SQL Server Surface Area Configuration ). Depois, clique no link de configurações para Serviços e Conexões.
Selecione Conexões Remotas e ative o botão LOCAL AND REMOTE CONNECTIONS e clique em OK.
Você será instruído a reiniciar o serviço do SQL SERVER.
Após a reinicialização, as conexões remotas estarão liberadas e prontas para uso.
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Sistema de controle para cobrança de impressões/cópias/faxes/digitalização/etc: PROTHEUS/MICROSIGA
Conforme havia postado, há uma enorme carência no mercado de sistemas de gerenciamento voltado a empresas que trabalham com outsourcing de impressão.
Até hoje, apenas uma empresa me apresentou uma ferramenta pronta, mas que não adere totalmente às minhnas necessidades que, acredito, não sejam tão extravagantes assim.
Com base nisso, ao longo de alguns anos, aproveitei a existência do ERP PROTHEUS, da MICROSIGA, e realizei customizações – Pra falar a verdade, desenvolvi estruturas totalmente novas – que me permitissem controlar os detalhes da operação.
A idéia da customização foi criar uma amarração entre vários clientes, contratos, equipamentos e – uma inovação – objetos de cobrança. No lugar de fixar os itens de cobrança de cada dispositivo (colorido/mono/scanner/etc), desenvolvi uma estrutura que deixa o operador livre para criar e vincular os itens que serão cobrados, dessa forma consegui flexibilizar a própria estrutura de vendas, permitindo ao GN negociar qualquer item cujo valor seja registrado pelos equipamentos.
Também precisei desenvolver formas de agrupamento de contrato que permite, entre outros, que um contrato seja fechado em nome de um grupo, mas que as faturas sejam emitidas para cada unidade, até permitindo que seja negociada uma franquia e volume para o grupo, mantendo a cobrança para as unidades.
Seguem algumas telas que exemplificam a customização:
Aqui, o controle geral do contrato:
Tela com informações gerais do contrato:
Informações financeiras: ![]()
Contatos:
Equipamentos alocados:
Recursos de cobrança: ![]()
Aqui, a apuração de dados para leitura:
Tela do registro de leitura:
Facilidade importação:
Com essas customizações, foi possível controlar praticamente qualquer modalidade de contrato, inclusive gerando estatísticas de consumo por cliente e/ou equipamento, amarração com assistência técnica,etc.
Como disse, essa é uma customização sobre um ERP já existente na companhia, você não encontrará disponível no mercado.
Aguardem a publicação do primeiro (e único até agora) sistema pronto e comercializável, ao qual fui apresentando algunas dias atrás.
Caso queira maiores informações, por favor, deixe seu comentário no post.
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Sistema de controle para cobrança de impressões/cópias/faxes/digitalização/etc.
Pela extrema falta de sistemas de gerenciamento especializados em empresas de outsourcing de impressão, farei alguns comentários sobre o tema.
Começo pela minha experiência: Trabalho há mais de seis anos em uma empresa desse ramo.
Minha vinda para a companhia foi motivada justamente pela falta de um sistema que fizesse o registro de numeradores de copiadoras e duplicadores, calculasse custos, descontos, preços por faixa de utilização, entre outros.
Há cerca de 8 anos, contratado como consultor apenas para desenvolver esse mecanismo, usei minha experiência em DELPHI e iniciei o projeto.
Após algum tempo, fui convidado a atuar como analista de TI efetivo da empesa.
Foi aí que comecei a interagir mais com as atividades e conheci o SIGA ADVANCED, da MICROSIGA, que era o ERP então utilizado.
Esse ERP (não vou entrar em detalhes), principalmente nas versões PROTHEUS (que sucederam o ADV), possui uma interface excelente para customizações compiláveis.
Assim sendo, refiz o código do sistema de controle em ADVPL e, juntamente com algumas customizações de banco de dados, geraram uma excelente ferramenta para o controle desejado, com a vantagem de ter toda a aplicação agregada ao faturamento, estoque, atendimento técnico, etc, etc,etc.
Depois de 4 anos (devido às diversas mudanças na forma de operação da empresa) o sistema atingiu uma estabilidade e aderência muito boas, permitindo controlar os mais complicados casos de contratos, com franquias simples ou distribuidas, contratos com múltiplos cnpjs para faturamento (com franquia distribuída entre eles), cobrança rateada de uso de impressões acima da franquia, composição de preços por faixa de impressão individual ou total, agregação de numeradores para “infinitos” itens de cobrança (monocor, colorida, scanner, fax, papel, etc, etc, etc).
Mas, o tempo passou, assumi outras funções na empresa (hoje gerencio todo o atendimento de TI, interno e externo), e não tenho mais tempo de me dedicar ao desenvolvimento.
Sendo assim, resolvi procurar soluções prontas que me atendessem.
Infelizmente, tenho tido uma enorme dificuldade em encontrar soluções que, ao menos numa conversa inicial, atendam minhas necessidades.
A partir de hoje, como disse anteriormente, farei posts sempre que tiver notícias de sistemas para esse ramo, comentando minhas avaliações.
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